EU
EU
terça-feira, 19 de setembro de 2023
domingo, 5 de junho de 2022
Nós, cada vontade política, cada ideia, ou ideal, e tentamos nos manter enquanto humano, produzimos, reproduzimos e tentamos até por poesia nos marcar, e o tempo corre... Eu, cada vez mais comum, mas em um momento, que entendo minhas chatices, de fato, isso deve ser do envelhecer...
Aquele jeito #foreveryoung não é mais tão verdadeiro...
Inconveniente... Inconstante... Indiscreta... In tanta coisa... ainda não sou indiferente a vida... Insana como os outros pensam, nem sacana...
Nunca soube como me marcar, fiz muitos diários, sou boa em discursos, poderia seguir algum tema e compor, mas eu gosto deste lugar de colocar sobre mim mesma, de não ligar para nada, e ser apenas comum, um EU
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2021
eu ouço as pessoas falarem de divorcio de energia, e nunca fiz, ainda carrego tudo em que fui ligada... estou bem perdida da separação, mesmo já tendo se passado muito tempo...
de 15 de dezembro para cá, rolou muitas águas, sim eram lágrimas minhas, mas rolaram... Já se foram 50 dias, e estou bem, mas tem muita dor... não sou boa de me separar, ainda amo, e etc, e sinto falta, só que tenho consciência e fico repensando muitas coisas, e Deus me ergueu pois as coisas foram bem ruins...
segunda-feira, 25 de março de 2013
mEUs
se fosse pensar isso direito, como eu odeio a fragmentação, e ai deixo tudo que tenho ser EU NO TODO... a vida teria que ser assim de qualidade, sempre curti isso de vida de qualidade (que eu considero diferente de qualidade de vida, que qualidade de vida tem haver com um padrão quase que coletivo, vida de qualidade é algo mais pessoal, mais meu).
Não sou diferentes nos lugares, com uma ou outra pessoa, quase tudo meu é público e se pessoas lê-se meu pensamento seria como ler meu facebook, ou meu antigo orkut, ou qualquer bilhetinho meu em pedaço de papel de pão, de verdade escrevo muito e em qualquer papel...
Não faço mais diário de papel, já fiz muitos, por anos... escrevo recortes, aleatoriamente, quando quero e pronto...
Entro no face para jogar em algum aplicativo e acabo escrevendo por lá...
Sou uma, mesmo parecendo ser bem mais que isso...
sexta-feira, 24 de agosto de 2012
nem acho que as opiniões são de fato livre e estes dias fui ler o face da Ingrid Mesquita - e então
eu repensei que de fato escrevo para mim, mas tem pessoas que falam que leem, como também fazem isso no meu face, estranho que vão se tornando meio confuso isso de que eu não me sinto lida e no então não é bem assim... ainda acho que aqui como não mostro para as pessoas, fica como cantinho secreto, me sinto livre e falar sem ligar, não por intenção, mas para ser meu...
sexta-feira, 27 de julho de 2012
quinta-feira, 26 de julho de 2012
pensei isso como postagem no facebook, mas desisti, lá acaba sendo mais público para que eu me exponha, aqui é público, mas ninguém lê, então minha confissão só serve para mim, para me encontrar, para saber meus motivos... dessa minha fuga...
"penúltimo dia de férias, dilema não é voltar, estou mesmo com vontade de trabalhar, e ter férias de verdade muitas vezes, aprender a usar meu ócio, de deixar mais em paz. de verdade não estou nem no começo da minha operação de limpar meu quarto, sem pensar no que fiz da sala para limpar o quarto, mas não vou desistir isso é bom, mas hoje é quinta dia de coleta "lixo" material reciclado e estou aliviada do tanto de coisas que está saindo, e vou me esforçar para colocar mais e ainda não trazer mais coisa, esquecer da minha síndrome de furão... com papéis... e lembrar que sou uma pessoa só e não preciso ter roupa para vestir 30 de mim mesmo... esse é meu pecado ser materialista, apegar em material, sou apegada em pessoas, papeis e coisas, e não sei mais como levar isso comigo, pessoas morrem, e o resto não tem motivo de guardar se não for usar... sorte que eu também morro e o Leleo vai jogar tudo fora sem nem ligar, graças a Deus ele não tem drama com a vida... tá certo que eu nem sempre fui assim, mas no últimos anos da minha vida - acumulo coisas com mais frequência desde 1993, de 2006 ou 2007 desfiz a ordem e transformei em caos, e nunca mais arrumei, alguns anos escondia debaixo da cama para o Natal, de 2008 meu quarto deixou de ter chão... mas agora, não tem haver com isso, leio vejo porque guardei ou porque devo guardar... esse é o momento mais sóbrio da minha vida, não de bebedeira, mas de ilusões, me sinto feliz em um dia vir a morrer...antes eu não tinha medo da morte. ai era fácil viver e eu era mais feliz, então passei a ter medo da morte, e me esconder de tudo, viver menos, tentar me prender a tudo que podia, me frustar demais por não realizar coisas que quis... de verdade agora aos poucos volto a ser de fato eu... "
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